Encontro em São Paulo avaliou o cenário da evolução biotecnológica do setor canavieiro; Biominas lança edital para selecionar startups: CNPq planeja criação de Centro de síntese para Biodiversidade e Ecossistema; hormônio reduz custo de induzir ovulação em rebanhos…

Rumo ao futuro: o setor sucroenergético além das commodities

Revista Cultivar (Juliane Pereira) O que é possível produzir a partir do caldo da cana-de-açúcar e de seu bagaço? Se a resposta foi açúcar, etanol e energia, você está correto, mas não de maneira completa. Os participantes do painel Cana e Inovação: novos usos e produtos, realizado durante o Ethanol Summit, mostraram que o uso da commodity, com adoção crescente da biotecnologia, está em transformação, mesmo que ainda de forma reduzida e altamente especializada.

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 Startups

Incubadora da Biominas Brasil lança edital para seleção de startups

SIMI – A incubadora de empresas Habitat, da Biominas Brasil, lançou uma chamada para seleção de empreendimentos. O edital busca projetos de base tecnológica para serem incubados ainda no segundo semestre deste ano.

Podem se inscrever empresas que atuem no setor de ciências da vida nas áreas de saúde humana e animal, agronegócios, insumos, meio ambiente e T.I com foco em saúde. Os empreendedores devem desenvolver seus negócios na sede da Habitat, em Belo Horizonte.

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Tecnologia

Startup paulista aplica tecnologia com bactérias em processo de extração de metais

DCI – Diário Comércio, Indústria e Serviços – No campo da mineração, os métodos mais tradicionais para extrair metais do solo são a queima do minério ou a aplicação de ácido no terreno. Considerando que este processo é custoso e pode causar danos ambientais, a Itatijuca Biotech pensou desenvolveu uma solução mais barata e sustentável: a utilização de bactérias do tipo Thiobacillus Ferrooxidans e a Thiobacillus Thiooxidans.

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Alimentos_AA

Pesquisa contribui para caracterização de queijo artesanal da Serra da Mantiqueira

(Imprensa Embrapa) A Embrapa Gado de Leite (MG), em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), estruturou projeto de pesquisa para levantar dados que fundamentem a regulamentação do queijo de Alagoa (MG), município das terras altas da Serra da Mantiqueira. O Brasil produz um milhão de toneladas de queijo por ano, e um quinto desse total é feito artesanalmente, com leite cru – que não passou pelo processo de pasteurização. Boa parte do queijo artesanal brasileiro é vendido informalmente, pois falta ao produto o registro nos serviços de inspeção sanitária, seja municipal, estadual ou federal. É o caso do queijo artesanal produzido em Alagoa, principal fonte de renda da cidade e  uma iguaria apreciada por consumidores de Minas, Rio de Janeiro e São Paulo.
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Bloco de Contexto

 

Biodiversidade_28_06_17

CNPq articula criação de Centro de Sínteses em Biodiversidade e Ecossistemas

Ascom CNPq – O diretor de Ciências Agrárias, Biológicas e da Saúde do CNPq, Marcelo Morales, participou, nesta quinta-feira, 6, em Petrópolis (RJ), das discussões que levarão à implementação do Centro Nacional de Sínteses em Biodiversidade e Ecossistemas em parceria com outras agências de fomento à pesquisa do Brasil, com o apoio de pesquisadores internacionais.

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Genômica_28_06_17

Empresa especializada em genômica diversifica produtos e mercados

(Pesquisa para inovação – Fapesp) O Grupo Genotyping, em Botucatu, reúne duas empresas: a Genotyping Diagnósticos Genéticos, especializada em testes genéticos, e a BPI – Biotecnologia Pesquisa e Inovação, prestadora de serviços genômicos de alta tecnologia para indústrias, universidades e institutos de pesquisa. A holding é investida pelo Fundo de Inovação Paulista – formado por recursos da Desenvolve SP, Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), FAPESP, Sebrae-SP, Corporación Andina de Fomento (CAF) e da Jive Investments – e por um investidor-anjo.

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Agroindústria_28_06_17

Hormônio biotecnológico reduz custos de induzir ovulação em rebanhos

(Pesquisa para Inovação – Fapesp) A startup Kimera, de Ribeirão Preto, produziu a primeira versão biotecnológica do hormônio gonadotrofina coriônica equina (eCG), amplamente usado para induzir e sincronizar o cio em bovinos e suínos, com o objetivo de otimizar os resultados da inseminação artificial nesses rebanhos.

Já testado em ambas as espécies, o novo eCG recombinante (ou r-eCG) mostrou-se tão eficaz como o tradicional, com a vantagem de ter um custo de produção entre 30% e 50% menor, segundo a empresa, e ainda eliminar o polêmico uso de éguas prenhas na produção do hormônio. É que o eCG tradicional, desde que começou a ser empregado na reprodução de rebanhos, há mais de três décadas, é obtido a partir do sangue de éguas prenhas, resultando com frequência em maus-tratos, abortos recorrentes e morte prematura desses animais.

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