Resultados permitirão melhor identificação dos fatores de propagação do vírus; proteína pode combater células com HIV; Câmara aprova doação exclusiva para projetos de universidades; Campinas inicia Reciclar Verde no projeto Agropolo; catálogo reúne conhecimento sobre mais de 100 plantas medicinais da caatinga

Saúde_28_06_17

Pesquisadores fazem sequenciamento do vírus chicungunya e descobrem mutações

Faperj (Vilma Homero) A colaboração entre diferentes instituições fluminenses diante dos casos de chikungunya que acometeram pacientes no estado em 2016 começa a dar seus primeiros – e importantes – resultados. Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e do Instituto de Biologia do Exército (IBEx) conseguiram não apenas isolar, como fazer o sequenciamento do vírus. É a primeira vez que se conhece o genoma completo do vírus chikungunya que esteve presente no Rio de Janeiro durante o surto do verão de 2016
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Desenvolvido na Unicamp, processo obtém extrato para fabricação de anestésicos

Revista Inovação (Carolina Octaviano) Pesquisadores do Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (CPQBA) e da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) da Unicamp desenvolveram um processo que permite a obtenção de extrato de jambu mais puro, com a presença de espilantol – principal responsável pelo efeito anestésico – e livre de clorofila. Também chamado de Agrião, Agrião-Pará ou Agriãozinho, o extrato da planta é utilizado não apenas como ingrediente culinário – especialmente no Pará -, mas também como anestésico e antibiótico em tratamentos, via oral, para dor de dente e de garganta, por exemplo. Outra utilização possível é na fabricação de cosméticos e produtos anti-idade. O processo foi licenciado, em caráter não-exclusivo, para a Brasil Aromáticos. A empresa, que atua no desenvolvimento de cosméticos e produtos voltados para o mercado de bem-estar, teve interesse pela tecnologia ao esbarrar em um problema comumente encontrado na indústria: a pouca oferta de matéria-prima na consistência desejada, antes comercializado por apenas um fornecedor, caracterizando uma espécie de monopólio de mercado.
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Proteína extraída de planta brasileira pode combater células com HIV

Jornal da USP – A Pulchellina, proteína originária de uma planta existente na flora brasileira (Abrus pulchellus tenuiflorus), foi capaz de combater células infectadas com o vírus HIV, após ter sido conjugada à ação de anticorpos usados especificamente na detecção do vírus.
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Aplicações biomédicas da membrana de látex natural

Unespciência – O látex extraído da seringueira Hevea brasiliensis tem mostrado promissores resultados em aplicações biomédicas. Membranas produzidas deste material têm sido utilizadas como próteses e enxertos médicos devido às suas características de biocompatibilidade, crescimento ósseo e estímulo natural à cicatrização pela angiogênese. Além disso, estas membranas têm sido empregadas como suporte para liberação sustentada de diferentes compostos, tais como: fármacos, extratos vegetais, moléculas, nanopartículas, nicotina, proteínas, fosfatos de cálcio, etc.
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Aluno e professora da Unifor criam gel para cicatrização em ferimentos

Globo G1 – Uma considerável parcela da população sofre com problemas de cicatrização, a exemplo dos diabéticos. Pensando nisso, o programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Pós-Unifor, criou um gel à base da semente da fruta-pão e da flor-de-pavão, que busca acelerar esse processo. A professora Ana Cristina Moreira e o doutorando em Biotecnologia, Felipe Sousa, comandam as pesquisas, que acontecem no Núcleo de Biologia Experimental, Nubex, da Universidade.
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Pesquisadores brasileiros investem em biossensores na medicina   

Agência Gestão CT&I – Amplamente usados em outros países, os biossensores atraem cada vez mais a atenção de grupos de pesquisa brasileiros, que nos últimos anos passaram a investir em dispositivos voltados especificamente para a detecção de doenças infecciosas negligenciadas, associadas à pobreza e à falta de saneamento básico.

Desde 2010, pesquisadores do Grupo de Nanomedicina e Nanotoxicologia do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC-USP) trabalham no desenvolvimento de um conjunto de sensores capazes de identificar sinais de doenças diversas.

Caso se mostrem eficazes nos próximos estágios de avaliação, esses aparelhos podem se tornar uma alternativa aos exames realizados em laboratórios de análises clínicas e ser usados em consultórios médicos ou por agentes de saúde em visitas às residências de pessoas que vivem em regiões remotas do país.
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Agroindústria_28_06_17

Indústria chinesa de fertilizantes biotecnológicos estuda investimentos em Goiás

O secretário de Desenvolvimento Econômico de Goiás, Francisco Pontes, recebeu na manhã desta quarta-feira, dia 16, os executivos Haiguang (Bill) Duan, gerente geral da indústria chinesa Leili Marine Biotech, e Laercio Yamauti, gerente geral da boliviana Agrallia Agroindustrial S.A., que se interessam em trazer aproximadamente R$ 160 mi em investimentos para o Brasil. Entretanto, o que mais desperta o interesse dos investidores é o potencial mercadológico do Estado de Goiás.
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ABRATES II: Biotecnologia abre novos caminhos para a agricultura nacional

Paraná Cooperativo – Já imaginou controlar uma planta daninha, ou a ação de um inseto ou fungo, com total especificidade, sem efeitos colaterais em nenhum organismo vivo do ambiente, que não seja o alvo? Técnicas de controle de pragas e doenças baseadas na interferência por RNA (RNAi) permitem essa precisão e podem ser uma alternativa ao controle químico.

Segurança – Para o pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Eduardo de Andrade, a segurança é uma das maiores vantagens dessa tecnologia. “É possível controlar apenas a espécie desejada sem afetar outras, principalmente as benéficas – como espécies que se comportam como inimigos naturais desta praga, ou mesmo polinizadores como abelhas e borboletas. Além disso, é possível realizar análises preliminares para saber se haverá risco de afetar espécies não-alvo”.
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Biodiversidade_28_06_17

Plataforma online integrará dados de projetos de ciência cidadã em biodiversidade

Agência Gestão CT&I – Batizada de Rede Brasileira de Ciência Cidadã em Biodiversidade, a nova plataforma online do Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira (SiBBr) pretende popularizar a prática de ciência cidadã no país. Em sua primeira versão, a ferramenta apresenta informações e links de acesso a nove projetos de diferentes linhas de pesquisa.

A plataforma foi criada a partir de um encontro de 50 especialistas, realizado em fevereiro, em Brasília (DF). O objetivo é promover o intercâmbio entre projetos brasileiros de ciência cidadã, com ferramentas conjuntas de comunicação e engajamento da sociedade e, em uma segunda etapa, a integração de dados no banco do SiBBr.

“A plataforma online de ciência cidadã é o primeiro passo para integrar os projetos brasileiros em um único local. Com ela, pretendemos fortalecer a comunicação das iniciativas que lidam com questões da biodiversidade e facilitar o acesso da população a projetos de interesse, aumentando a participação das pessoas e trabalhando pela popularização da ciência no Brasil”, afirma a diretora do SiBBr, Andrea Portela.

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Catálogo reúne conhecimento sobre mais de 100 plantas medicinais da Caatinga

Agência Gestão CT&I – Com o objetivo de preservar o conhecimento das mulheres da Caatinga, conhecidas como curandeiras, pesquisadores do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), entidade vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), criaram um catálogo com cerca de 100 plantas da região tradicionalmente usadas pelas comunidades do sertão de Pernambuco no combate a doenças. O material, que ainda está em construção, reúne plantas usadas como anti-inflamatórios, cicatrizantes e antibióticos.

A ideia é fazer um e-book desse catálogo e disponibilizá-lo na internet para o acesso de toda população. O poder medicinal das plantas foi comprovado cientificamente em laboratório. O estudo, no valor de R$ 750 mil, foi financiado pela Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

Para coletar informações, um grupo de 30 cientistas de diferentes universidades e institutos de pesquisa do país, incluindo o Núcleo de Prospecção e Conservação da Caatinga do Insa, viajou cerca de 30 mil quilômetros. Foram aplicados mais de 200 questionários etnobotânicos sobre o uso das plantas em 50 comunidades tradicionais e quilombolas, localizadas nos municípios de Lagoa Grande, Santa Maria da Boa Vista, Petrolina, Buíque, Tupanatinga e Ibimirim – os três últimos no Parque Nacional do Catimbau.
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Ambiente

A inovação colaborativa para alavancar a bioeconomia

Agência Fapesp (Cláudia Izigue) A Prefeitura de Campinas inicia agora, em agosto, a construção de um sistema de compostagem para transformar 200 toneladas diárias de resíduos urbanos vegetais em compostos orgânicos – algo em torno de 70 toneladas de adubo – que serão utilizados em áreas do município e em culturas do Instituto Agronômico (IAC), vinculado à Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento, parceiro no projeto.

Batizado com o nome de Reciclar Verde, o sistema é o primeiro resultado do projeto Agropolo Campinas – Brasil, apoiado pela FAPESP no âmbito do Programa Pesquisa em Políticas Públicas.
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Política_28_06_17

Câmara aprova doação exclusiva para projetos de universidades

JC Notícias SBPC – A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou projeto, do Senado, que autoriza as doações feitas às universidades que sejam direcionadas a setores ou projetos específicos, segundo acordo entre os doadores e as instituições beneficiárias.

O PL 3407/15 prevê que as doações podem ser feitas inclusive em dinheiro. Como foi aprovado em caráter conclusivo, segue para sanção presidencial, caso não haja recurso para análise pelo Plenário da Câmara.

O relator, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), apresentou parecer pela constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa.
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