Biomanufatura como serviço: empresa da Califórnia oferece biorreatores para serem acessados via nuvem

Instalada em um hub de tecnologia da Califórnia, a Culture Biosciences recebeu este mês aporte de US$ 5,5 milhões para expandir sua plataforma digital de biomanufatura e incorporar novos biorreatores. Esses recursos ficam à disposição de clientes que estão desenvolvendo novos produtos e precisam criar processos de fermentação. A nova oferta está sendo chamada de biomanufatura como serviço. O desenrolar do processo e suas características são acompanhados em tempo real pelo cliente através de um sistema em nuvem. A ideia é que o desenvolvedor de novos produtos possa se concentrar na atividade fim, que é a biotecnologia e deixar para terceiros as tarefas gerenciais e administrativas da operação. Veja aqui a reportagem da Biofuel Digest

FDA aprova salmão da engenharia genética

A FDA, Food and Drug Administration, órgão regulador do governo dos Estados Unidos para alimentos e medicamentos, aprovou na primeira semana de março a comercialização do salmão modificado geneticamente, que leva o nome comercial de AquAdvantage. O peixe, produzido pela AquaBounty, empresa de Massachusetts, é resultado de duas décadas de pesquisa. É o primeiro animal produto de engenharia genética considerado seguro para consumo pela FDA, depois que a agência, em 2015, considerou que ele não é materialmente diferente de outros salmões do Atlântico. No Canadá o produto é comercializado desde 2016. Veja aqui o texto da Biotech Now

A nova geração de empresas de biotecnologia de Portugal

Nos últimos anos Portugal criou um ecossistema favorável ao desenvolvimento de empresas de biotecnologia. Hoje elas estão presentes em vários segmentos como o de novas terapias e insumos para medicina, nanotecnologia ou substituição de produtos de origem fóssil por soluções biodegradáveis.
A publicação europeia relacionou 15 empresas que se destacam nesse cenário, entre elas a Lymphact, da área de oncologia, adquirida no ano passado por uma empresa do Reino Unido. Veja aqui.

Sabores mais saudáveis e ecologicamente corretos

Reportagem da publicação Labiotech analisa que as formas mais comuns utilizadas pela indústria de alimentos para dar sabor aos produtos têm sido a extração de moléculas das plantas e a engenharia química. Nos anos recentes, uma terceira alternativa, através da biotecnologia, vem ganhando presença na indústria de alimentos. As empresas estão usando leveduras ou bactérias para para produzir compostos aromatizantes através da fermentação. Entre os exemplos citados na matéria está o da suíça Evolva que desenvolveu um método para produzir o adoçante stevia, através de fermentação, produto que é vendido para a Cargill. Um dos desafios dessa indústria hoje é desenvolver insumos que possam substituir o açúcar em alimentos sólidos. Veja o texto completo

No Canadá, cluster de bioeconomia atua em sinergia com a agricultura tradicional

Situado em Ontário, o cluster de empresas de bioeconomia Sarnia-Lambton tem seu desenvolvimento orientado pela Bioindustrial Innovation Canada, organização de âmbito nacional, sem fins lucrativos, que investe e dá consulturia a projetos sustentáveis. O cluster é formado por empresas que convertem resíduos agrícolas, como palha de trigo, milho ou restos de madeira em ingredientes de alta pureza para as indústrias de alimentos e bebidas, nutrição animal e biomateriais. Veja aqui o artigo da Bio Market Insights.