…Três obstáculos para a terapia celular; novas biotechs da China vão ao mercado de capitais…

Itália tem novo plano estratégico para a bioeconomia
O Comitê de Biossegurança, Biotecnologia e Ciências da Vida do governo italiano divulgou, em 14 de maio, o documento “A bioeconomia italiana: uma estratégia revisada e o novo road map para intensificar sua contribuição ao crescimento sustentável do país”. O texto afirma que a implementação da estratégia deverá representar um crescimento de 15% sobre o atual volume de produção da bioeconomia do país, atualmente responsável pela geração de 2 milhões de empregos. Veja a notícia aqui e o documento aqui.

Aliança entre Renewable Energy Group (REG), ExxonMobil e Clariant expande-se no mercado de biocombustíveis de celulose
A multinacional de especialidades químicas Clariant é o mais novo participante do acordo firmado pelo Renewable Energy Group, um dos maiores produtores de biodiesel dos Estados Unidos, e a ExxonMobil. O acordo visa o desenvolvimento e produção de biodiesel através da fermentação de celulose obtida de resíduos agrícolas, no qual a Clariant participará com tecnologia para otimizar os processos de bioconversão. De acordo com a reportagem da Bio Market Insights, na primeira fase do projeto foram testados açúcares de vários tipos de biomassa, entre eles de resíduos agrícolas. O trabalho tem como referência a produção desse biodiesel para ampla aplicação e grande escala. Veja aqui

Três obstáculos que impedem a consolidação da terapia celular
Na última década o campo das terapias celulares expandiu-se rapidamente. Entretanto, embora existam hoje mais terapias celulares do que nunca, há um número de fatores que atuam como obstáculos para sua utilização de forma mais amploa. A falta de sistemas de fabricação consistentes, que permitam o crescimento em escala é um deles. E este está relacionado com o segundo, que são os altos preços dos tratamentos. A terceira é a necessidade de normas regulatórias adequadas e a questão de segurança quanto aos profissionais que as utilizem. Veja aqui a reportagem da publicação Labiotech.

GrowBot, a planta robô abre uma nova trilha para a biotecnologia
Na Itália, a pesquisadora Barbara Mazzolai, do Centro de Micro-BioRobótica do Istituto Italiano di Tecnologia, desenvolveu um robô vegetal ou “plantoide” chamado GrowBot, que se move contra a gravidade e usa tentáculos artificiais. Eles empregam o mesmo processo físico de transporte de água nas plantas. Veja aqui

As novas biotechs da China vão ao mercado de capitais
Mudanças recentes na legislação chinesa alteraram as condições de desenvolvimento da indústria biomédica. Entre elas a redução do tempo para avaliação e aprovação de medicamentos e o mecanismo de reembolso às empresas ajudaram a impulsionar o setor. Ao mesmo tempo a Bolsa de Hong Kong vem abrindo espaço para que essas empresas biofarmacêuticas inovadoras ingressem no mercado de capitais, o que gerou uma onda de IPOs (Initial Public Offering, ou Oferta Pública Inicial) de companhias de biotecnologia. Veja aqui mais informações da BiotechNow.

A francesa Solabia adquire uma das maiores fazendas de microalgas do mundo
O Solabia Group, sediado na França, adquiriu a israelense Algatech, empresa de biotecnologia especializada no desenvolvimento, cultivo e comercialização de ingredientes derivados de microalgas e utilizados por indústrias de alimentos e cosméticos, Os produtos da Algatech são exportados para 35 países. Fundada em 1998, no deserto de Arava, no sul de Israel, a Algatech tornou-se um destaque no mercado de biotecnologia ao implantar uma das maiores instalações mundiais de fotobioreatores e cultivar as microalgas em uma área de 600 quilômetros. Veja aqui as informações da Biofuel Digest.