...algas podem ser o caminho para novos painéis solares; veja as empresas bio premiadas na Alemanha; o que a poluição está fazendo com as abelhas

As melhores universidades da Europa para fazer curso de biotecnologia
A publicação Labiotech fez um levantamento dos cursos de biotecnologia melhor ranqueados em países europeus e relacionou 37 formações que estão no Reino Unido, França, Suíça, Alemanha, Áustria, Holanda, Bélgica, Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia, Itália e Espanha.
São programas com diferentes especializações, nota a reportagem, lembrando que cada país tem uma cultura única e um ecossistema biotecnológico distinto.

Unilever e Bio-on lançam novos protetores solares com plásticos biodegradáveis
A gigante de bens de consumo Unilever e a italiana Bio-on anunciaram o lançamento de uma linha de protetores solares produzidos com ingredientes que contém bioplásticos biodegradáveis. Os novos produtos começam a ser comercializados na Itália com a marca MyKAY. A tecnologia da Bio-on utiliza micropartículas feitas com o que é chamado de “bioplástico revolucionário” e material “100% biodegradável” Veja aqui na Bio Market Insights

Tokio quer ter jogos olímpicos “verdes” em 2020 com auxílio da Braskem
Com a participação da brasileira Braskem, os organizadores dos jogos olímpicos de Tokyo, em 2020, planejam uma série de iniciativas para ter uma olimpíada verde. O objetivo é reduzir o consumo de energia e da emissão de carbono. A cidade tentará também atingir o nível zero de produção de resíduos.
Os campos de hóquei, por exemplo, terão grama feita de plástico verde, conhecido como Poligras Tokio GT. O material tem 60% de seus filamentos feitos com polietileno produzido pela Braskem a partir de álcool de cana. Veja aqui

Absorventes compostáveis da Índia, fibras sustentáveis da Finlândia e cápsulas caseiras de café compostáveis da Alemanha são os vencedores do prêmio de inovação “Bio-based Material of the Year 2019”
A premiação Bio-Based Material of the Year 2019, patrocinada pela empresa alemã InfraServ Knapsack, escolheu três exemplos de iniciativas inovadoras da bioeconomia das indústrias química e de materiais. O evento foi realizado durante a 12ª Conferência Internacional de Materiais Bio-Based, que aconteceu nos dias 15 e 16 de maio, em Colônia.
A indiana Anandi Eco+ foi destacada pela premiação pela criação do absorvente sanitário que tem 90% de seu material compostável em 180 dias. Na fabricação do produto entram amido, fibra de juta, de banana e outros elementos naturais. A Spinnova Oy, da Finlândia, faz fibras têxteis sustentáveis, com celulose. A tecnologia adotada pela Spinnova não utiliza produtos químicos agressivos ao meio ambiente e não produz resíduos. A Golden Compound, da Alemanha, lançou, no início deste ano, as cápsulas para café que empregam um material fabricado com fibras naturais da casca da semente do girassol. Veja aqui

Pesquisa com algas pode abrir caminho para novos painéis de energia solar
No Reino Unido, pesquisadores da Universidade de Birmingham estão estudando algas que podem capturar 95% da luz, muito mais do que os 10 – 20% capturados pelos paineis solares comuns feitos pelo homem. A chave para essas notáveis habilidades de captura de luz são os ficobilissomas (agregados moleculares), que servem como antenas que captam luz para o metabolismo das algas. Veja aqui.

O efeito da poluição do ar nas abelhas
As abelhas são uma peça chave para o sistema global de alimentos mas a poluião do ar está tornando difícil para elas fazerem seu trabalho. Descubra porquê. Veja aqui o vídeo produzido pela área de ambiente das Nações Unidas