Austrália, Amazônia, Califórnia, bacia do Congo e Indonésia, os megaincêndios preocupam os especialistas; governo alemão deve apoiar mais de mil projetos de bioeconomia até 2024

Reportagem publicada no site do Programa de Ambiente das Nações Unidas questiona se estamos começando a aceitar como o “novo normal”, os megaincêndios que ocorreram recentemente em lugares como a Austrália, Amazônia, Califórnia, bacia do Congo e Indonésia. O texto observa que esses incêndios têm chamado a atenção para os riscos associados a extensos períodos de calor e tempo seco, que são um efeito das mudanças climáticas.
Os dados disponíveis mostram que a temperatura média global está 1,1º C mais alta do que no começo do século passado. Isso faz com que em algumas partes do mundo esses ambientes mais secos aumentem a probabilidade de incêndios florestais e megaincêndios. O site mostra o gráfico do relatório especial do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, que explica como o aquecimento global aumenta o risco de incêndios.
Megaincêndios são definidos como aqueles que atingem mais de 100 mil acres. Eles tornam-se mais intensos em condições de altas temperaturas e secas e são muito difíceis de serem controlados.
No final de 2019, no Brasil, a República do Congo, a Federação Russa e os Estados Unidos ocorreram incêndios com essas dimensões. Veja aqui a íntegra da reportagem.