Autor: Interface CTI

BIN: a rede internacional de inovação terá encontro na USP, em novembro

Evento sediará 1º Simpósio de Empresas Juniores da USP Comunicação também é fator importante para o sucesso das empresas nascentes de base tecnológica. Trocar experiências com parceiros internacionais, manter contatos com potenciais clientes, fornecedores e investidores são práticas que essas empresas devem incorporar desde sua criação, e não somente após seu ingresso pleno no mercado, dizem os especialistas. Criar condições para essa comunicação acontecer é o objetivo do BIN@SP, Bussines Innovation Network, encontro organizado pela Agência USP de Inovação, que terá sua sétima edição de 7 a 9 de novembro.  A rede informal, estabelecida pelas Universidades de São Paulo, do Porto, de Portugal, e de Sheffield, da Inglaterra, reúne empresas nascentes, incubadoras, indústrias, investidores, entidades governamentais e a Universidade. Este ano tem como tema “Da bancada à produção: como a Universidade deve participar e otimizar o processo” e deve reunir cerca de 800 pessoas. Entre as novidades de 2016 está o 1º Simpósio das Empresas Juniores da USP, informa Vanderlei Bagnato, coordenador da Agência USP de Inovação e da rede BIN no Brasil. Ele destaca que o evento quer valorizar as empresas juniores pois elas são um instrumento valioso para a inovação ao permitirem que os estudantes exercitem sua vocação empreendedora e desenvolvam projetos sem correr os riscos normais do mercado. O encontro vai promover também o Challenge Third Age, desafio para participantes da terceira idade que, reunidos em...

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Biodiversidade é tendência na culinária e tema de Workshop sobre Nichos de Mercado

Evento acontecerá em Campinas (SP), durante os dias 21 e 22 de setembro Fonte: Embrapa – No Brasil, a culinária tem vários sotaques e muitos ingredientes e é assim porque o país tem uma imensa diversidade cultural e de plantas que podem ser aproveitadas na culinária. Entretanto, um maior aproveitamento das matérias-primas de espécies nativas esbarra em alguns desafios que precisam ser superados por todos os envolvidos na cadeia produtiva. Para discutir sobre estes desafios e conhecer o que está dando certo no aproveitamento da utilização das espécies nativas brasileiras, a Embrapa promove, nos dias 21 e 22 de setembro de 2016, o Workshop Nichos de Mercado para o Setor Agroindustrial, que este ano traz o tema biodiversidade brasileira, e vai tratar sobre conhecimentos, tecnologias e negócios em dois segmentos: “Alimentos dos biomas do Brasil” e “Cosméticos e fragrâncias”. O objetivo do evento é proporcionar a articulação e discussão entre os participantes, identificar as oportunidades de negócios relacionados às cadeias produtivas de nichos, com enfoque em produtos advindos de espécies nativas, além de promover a cooperação entre os participantes e a Embrapa, criando alternativas de ampliação desse mercado e a inserção de novos empreendedores no segmento. Na dinâmica do workshop serão apresentadas palestras, estudos de caso, painéis e debates sobre oportunidades de mercado para produtos da biodiversidade brasileira, políticas públicas para o aproveitamento responsável destes produtos, bem como o...

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Startup gaúcha cria banco de moléculas do mar pioneiro no país

Trabalho de doutorado levou pesquisador a investir na criação de empresa de base tecnológica A pouco explorada biodiversidade marinha brasileira passa a contar com um banco de moléculas que oferece possibilidades de princípios ativos para aplicações em fármacos, cosméticos e outros produtos. A iniciativa é da startup gaúcha Regenera Moléculas do Mar, criada em 2011, e instalada na Incubadora Empresarial Centro de Biotecnologia – UFRGS. A proposta da empresa é tornar disponíveis esses insumos obtidos em micro-organismos ou sedimentos marinhos e oferecer o suporte de pesquisa e desenvolvimento para viabilizar a aplicação. Além disso, conta com o aval de ser a primeira, e até agora única, entidade pesquisadora que tem autorização dos órgãos do Ministério do Meio Ambiente para coleta e exploração econômica de material marinho nessa modalidade. “Atualmente contamos com aproximadamente 1500 micro-organismos no Banco”, informa Mário Frota Júnior diretor da Regenera. As vantagens do cliente para buscar essa fonte de inovação estão na “biotecnologia azul”, afirma, considerada a nova fronteira para se chegar a moléculas com alto potencial biotecnológico. Tal ambiente apresenta “moléculas mais potentes, até mesmo inéditas, e isso tem a ver com a ecologia do sistema.” Trata-se de um ambiente altamente seletivo, que experimenta diferentes níveis de estresse (luz, profundidade, competição, alta concentração de sais), propriedades identificadas pela literatura, diz.  Na área de atenção da Regenera estão principalmente as empresas que atuam no modelo open...

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Plantas medicinais: falta inovação para a biotecnologia da natureza

Evento comemora os 200 anos da vinda de Auguste Saint-Hilarie ao Brasil Interface CTI – Simpósio marcado para a segunda quinzena de setembro, em Belo Horizonte (veja aqui)  reunirá especialistas da área de plantas medicinais brasileiras. O encontro deve apresentar cerca de 300 trabalhos inéditos e é considerado o maior do gênero no país. Mostra a pesquisa de ponta feita pela Universidade, em atividades como o avanço das tecnologias de identificação de substâncias, farmacologia, botânica ou genética.  Mas os organizadores do XXIV Simpósio de Plantas Medicinais do Brasil decidiram também destacar uma questão que trata das barreiras à inovação. O país não aproveita o conhecimento já existente sobre a biodiversidade brasileira, enfatiza a pesquisadora Maria das Graças Brandão, da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais, e do comitê de organização. Por isso, em seu texto de  apresentação, o site do evento ressalta  “a necessidade urgente de aproveitamento adequado e conservação das plantas medicinais brasileiras”. Tal conhecimento pode vir do saber tradicional, acumulado por povos nativos da América durante milhares de anos, observa, mas também do trabalho de naturalistas, como o francês August Saint-Hilaire, homenageado no encontro  quando se comemora a data de 200 anos de sua chegada ao Brasil. Em suas viagens por vários estados do Brasil e pelo Paraguai, Saint-Hilarie coletou e descreveu cerca de 7 mil espécies vegetais,  das quais 4.500 desconhecidas. Muitas das informações...

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Instituto Butantan fecha parceria internacional para produção de vacina contra o Zika

                                       Agência Fapesp – O Instituto Butantan fechou parceria internacional para o desenvolvimento de uma vacina contra o vírus Zika. O acordo foi anunciado na noite desta sexta-feira, 24 de junho, informou a Assessoria de Comunicação do Instituto. A instituição receberá investimento de US$ 3 milhões da Biomedical Advanced Research and Development Authority (BARDA), órgão do Ministério da Saúde dos Estados Unidos (HSS, na sigla em inglês), para as pesquisas de uma vacina de Zika com vírus inativado. O repasse financeiro se dará por meio de acordo entre a BARDA e a Organização Mundial de Saúde para a expansão da capacidade de pesquisa e produção de vacinas no Brasil. Os recursos serão investidos em equipamentos e insumos para o desenvolvimento da vacina contra a doença. O acordo também prevê cooperação técnica entre os especialistas em vacinas da BARDA e os pesquisadores do Instituto Butantan. “O Butantan já vem trabalhando no desenvolvimento de uma vacina de vírus inativado. Este tipo de vacina tem desenvolvimento científico e tecnológico mais rápidos e, por usar vírus não infectante, tem aprovação pelos órgãos reguladores, como a Anvisa, facilitada”, destaca o diretor do Instituto Butantan, Jorge Kalil. Atualmente, a instituição está no estágio de imunização do vírus inativado em roedores. Nos últimos meses, os pesquisadores do Butantan...

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Incubadora do INPA seleciona cinco empresas nascentes de base tecnológica

Sopa de piranha em sachê, patenteada pelo Instituto, é um dos lançamentos dos novos empreendedores A Incubdora do  Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, abrigará, a partir de maio, cinco empresas em fase de desenvolvimento, cujo tempo previsto é, em geral, de três anos.  Embora sejam projetos voltados para os recursos da região as cinco visam nichos diferentes, mostrando que existe uma variada gama de possibilidades para empresas de base tecnológica. A Original Trade vai produzir insumos para cosméticos. A Manahh Produtos Alimentícios começa a fabricar sopa instantânea de piranha, com base em patente do próprio INPA (veja abaixo). A Peixe Folha da Amazônia tem como alvo a exportação de peixes ornamentais a partir de um novo processo que assegura a sanidade e baixa taxa de mortalidade dos animais. A Da Flora investe no mercado crescente de adubos orgânicos. A K-Mat Soluções Hidro Sanitárias, de Santarém (PA), desenvolveu um biodigestor para ser usado em embarcações fluviais com o objetivo de reduzir a quantidade de dejetos jogados nos rios. Criada em 2002, a Incubadora do INPA apoiou até agora sete empresas, oferecendo instalações, cursos de capacitação e auxílio na elaboração de planos de negócios. As cinco empresas foram selecionadas em um total de 12 candidatos, informa Larisse Drumond, gerente da instituição. Faz parte também desse trabalho o apoio na realização de pesquisas de mercado que permitem ajustar as rotas...

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Com dois produtos inovadores, Pluricell abre caminho para as células-tronco

Interface CTI – Promessa de uma revolução na medicina nos próximos anos, a reprogramação de células-tronco ainda se depara com limitações para alcançar as principais expectativas que gerou,  como a reconstituição de órgãos.  Mas permite avanços importantes como o uso das células em testes clínicos de candidatos a medicamentos ou cosméticos, trazendo ganhos de tempo e reduzindo a necessidade de animais para essa atividade.  A Pluricell, criada em São Paulo, em 2013, começa a atuar como fornecedora de produtos  que empregam a tecnologia de células pluripotentes induzidas (iPS, na sigla em inglês).         Para isso, vem percorrendo o trajeto das empresas nascentes de biotecnologia, que é dominar processos de produção em escala e, ao mesmo tempo, mostrar aos clientes as vantagens da tecnologia inovadora.  A proposta de criar a empresa surgiu a partir do trabalho de doutorado do biólogo Diogo Biagi, no Departamento de Ciências Médicas da Universidade de São Paulo, USP, que tinha como objeto de estudo de células cardíacas. Para isso a startup contou com recursos da FAPESP que apoiou o projeto.           Seu primeiro produto são as células cardíacas (cardiomiócitos) obtidas a partir de células-tronco, com o nome comercial de PluriCardio. Um segundo lançamento, as células de pele (queratinócitos), está em desenvolvimento e deverá ocorrer em até seis meses, informa Marcos Valadares, também biólogo e sócio no empreendimento. Hoje as...

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Algae: as tecnologias para microalgas começam a ganhar contornos no país

 Interface CTI – Graças à capacidade de se reproduzirem rapidamente, de serem eficientes na captura de CO2  e de oferecerem nutrientes de alta qualidade, as microalgas tornaram-se uma atraente possibilidade de  inovação. As tecnologias para utilizá-las vêm avançando em áreas como  biocombustíveis, remediação de efluentes industriais ou produção de insumos para alimentação animal. As duas últimas estão no foco atual da Algae Biotecnologia empresa instalada no Parque Tecnológico de Piracicaba (SP) que espera, em 2016, passar da fase de investimentos para estender sua presença como uma das fornecedoras pioneiras  de biomassa de microalgas (organismos unicelulares, com tamanhos que podem ser...

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